Eles desenvolvem um “a priori” favorável e criam as condições para uma comunicação não violenta. Cada pessoa é um “expert” de sua própria experiência. Esta nunca deve que ser julgada ou condenada. Nos pequenos grupos, o foco está na escuta respeitosa e no reconhecimento daquilo que cada um(a) quer partilhar, fruto da oração pessoal que acaba de fazer.
Aquilo que é partilhado nos pequenos grupos tem um lado confidencial. Quando alguém relata a outros, por exemplo no grupo grande, algo que foi dito no grupo pequeno, deve ter o cuidado de não citar nomes, se não com o consentimento do interessado
Não é necessário que haja um animador para cada um dos pequenos grupos. É suficiente que cada grupo pequeno nomeie um coordenador que controle o tempo. Este tem como missão controlar com tacto que o tempo seja repartido equitativamente por todos os membros do grupo e entre os três tempos de partilha de que falaremos mais adiante.
Para formar os pequenos grupos é muito proveitoso juntar pessoas diferentes quer por idade, quer por sexo, cultura, background, convicções... Convém explicar a todos quais os critérios objetivos que foram tidos em conta para formar os pequenos grupos.

